sexta-feira, 22 de novembro de 2013
QUASE ACIDENTES SÃO SINAIS DE ALERTA
QUASE ACIDENTES SÃO SINAIS DE ALERTA
Muitos acidentes quase acontecem... São aqueles que não provocam ferimentos apenas porque ninguém se encontra numa posição de se machucar. Provavelmente, se nós tivéssemos conhecimento dos fatos, descobriríamos que existem muito mais acidentes que não causam ferimentos do que aqueles que causam. Você deixa alguma coisa pesada cair de suas mãos e não acerta o próprio pé.
Isto é um acidente, mas sem grandes conseqüências ou mesmo um pequeno ferimento. Você sabe o que geralmente faz com que um quase acidente não seja um acidente com ferimentos? Geralmente é uma fração de segundo ou uma fração de espaço. Pense bem. Menos de um segundo ou um centímetro separa você ou uma pessoa de ser atropelado por um carro.
Esta diferença é apenas uma questão de sorte? Nem sempre. Suponha que você esteja voltando para a casa à noite de carro e por pouco não tenha atropelado uma criança correndo atrás de uma bola na rua. Foi apenas sorte você ter conseguido frear no último segundo a poucos centímetros da criança? Não. Um outro motorista talvez tivesse atropelado a criança. Neste exemplo os seus reflexos podem ter sido mais rápido, ou talvez você estivesse mais alerta ou mais cuidadoso. Seu carro pode ter freios melhores, melhores faróis ou melhores pneus.
De qualquer maneira, não se trata de sorte, apenas o que faz com que um quase acidente não se torne um acidente real. Quando acontece algo como no caso da criança quase atropelada, certamente, você reduzirá a velocidade sempre que passar novamente pelo mesmo local, você sabe que existem crianças brincando nos passeios e que, de repente, elas podem correr para a rua. No trabalho um quase acidente deve servir como aviso da mesma maneira. A condição que quase causa um acidente pode facilmente provocar um acidente real da próxima vez em que você não estiver tão alerta ou quando seus reflexos não estiverem atuando tão bem. Tome por exemplo, uma mancha de óleo no chão. Uma pessoa passa, vê, dá a volta e nada acontece.
A próxima pessoa a passar pelo local não percebe o óleo derramado, escorrega e quase cai. Sai desconcertado e resmungando. A terceira pessoa, infelizmente, ao passar, escorrega, perde o equilíbrio e cai, batendo com a cabeça em qualquer lugar ou esfolando alguma parte do corpo. Tome um outro exemplo. Um material mal empilhado se desfaz no momento que alguém passa por perto. Pelo fato de não ter atingido esta pessoa, ela apenas se desfaz do susto e diz. “Puxa, essa passou por perto!” Mas se a pilha cai em cima de alguém que não conseguiu ser mais rápido o bastante para sair do caminho e se machuca, faz-se um barulho enorme e investiga-se o acidente. A conclusão é mais do que óbvia. NÓS DEVEMOS ESTAR EM ALERTA PARA O QUASE ACIDENTE. Assim evitamos ser pegos por acidentes reais.
Lembre-se que os quase acidentes são sinais claros de que algo está errado. Exemplo: Nosso empilhamento de material pode estar mal feito; a arrumação do nosso local de trabalho pode não estar boa. Vamos verificar nosso local de trabalho, a arrumação das ferramentas e ficar de olhos bem abertos para as pequenas coisas que podem estar erradas. Relate e corrija estas situações. Vamos tratar os quase acidentes como se fossem um acidente grave, descobrindo suas causas fundamentais enquanto temos chance, pois só assim conseguiremos fazer de nosso setor de trabalho um ambiente mais sadio.
SUGESTÃO DE PROCEDIMENTO PARA TRABALHOS EM ALTURA
1 INTRODUÇÃO
As quedas são a terceira causa principal das mortes decorrentes de acidentes do trabalho, ficando atrás dos homicídios e das mortes causadas por veículos motorizados. O uso adequado de equipamentos de proteção contra quedas poderia impedir essas perdas. Calcula-se que essas falhas matam aproximadamente 180 pessoas por ano no Brasil. Este procedimento aborda algumas práticas de segurança para aplicação na área industrial em geral.
2 OBJETIVOS
Conscientizar quanto à necessidade da utilização dos equipamentos de proteção e preservar a integridade física dos trabalhadores na execução de trabalhos em alturas.
3 SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS
Os sistema básicos de proteção contra quedas incluem:
Os sistemas pessoais de Limitação das Quedas, que limitam as quedas assim que as mesmas iniciam.
Dispositivos de Posicionamento que impedem as quedas mantendo o trabalhador numa posição de trabalho.
Sistemas Pessoais de proteção contra quedas para atividades de escalada protegem o trabalhador enquanto o mesmo está subindo em alguma estrutura.
O que acontece numa queda:
Inicialmente, antes que o cinto de segurança comece a funcionar, o trabalhador desce em queda livre e acelerado;
Uma vez percorrida a distância prevista em queda livre o sistema é ativado;
O trabalhador percorre mais uma certa distância, chamada distância de desaceleração, até parar totalmente.
O golpe súbito pode lesionar a coluna ou órgãos internos principalmente se o equipamento que o trabalhador estiver utilizando for inadequado;
O Cinto de Segurança tipo pára-quedista ajuda a distribuir mais uniformemente o impacto sofrido pelo corpo.
Proteção contra quedas com diferença de nível:
É obrigatória a instalação de proteção coletiva onde houver risco de queda de trabalhadores ou projeção de materiais.
Em trabalho a partir de 2 metros de altura é obrigatório o uso de cinto de segurança contra queda, conforme NR-18 da Portaria 3214 do Ministério do Trabalho;
As aberturas no piso devem ter fechamento provisório resistente.
As proteções contra queda devem ser construídas de anteparos rígidos, em sistema de guarda corpo e rodapé.
A área deve ser isolada e sinalizada advertindo contra o risco de queda de pessoas e materiais/ferramentas.
Cinto de Segurança tipo pára-quedista é aquele que possui tiras de tórax e pernas, com ajuste e presilhas; nas costas possui uma argola para fixação da corda de sustentação;
deve ser utilizado para trabalhos em altura superior a 2 (dois) metros de altura do piso, em que haja risco de queda do trabalhador.
Cinto de Segurança tipo abdominal é aquele que possui fixação apenas na cintura, utilizado para limitar a movimentação do trabalhador.
No caso de eletricista, este deve usar o cinto de segurança específico para trabalhos em eletricidades, conforme cadastro CVRD dotado de dois mosquetões.
4 CUIDADOS A SEREM OBSERVADOS QUANTO À UTILIZAÇÃO EQUIPAMENTOS
Escada
Deve ser confeccionada de material resistente;
Deve estar bem apoiada no piso;
Deve estar isenta de óleos e graxa;
Deve ter espaçamento entre degraus de 25 a 30 cm;
Base e degraus da escada devem ser feitos de material anti-derrapante;
Use as duas mãos quando subir numa escada.
Não suba em escadas segurando qualquer tipo de material.
É proibido o uso de escadas:
Próximo à porta;
Em áreas de circulação de pessoas;
Onde houver risco de quedas de objetos;
Próximo a aberturas e vãos.
Plataforma
As plataformas de proteção devem ser construídas de material resistente e mantidas sem sobrecarga que prejudique a estabilidade de sua estrutura.
Andaimes
Os andaimes devem ser dimensionados e construídos de modo a suportar, com segurança , as cargas de trabalho previstas.
O piso dos andaimes deve ter forração completa, antiderrapante, ser nivelado e fixado de modo seguro e resistente.
Estruturas
As peças devem estar previamente fixadas antes de serem soldadas, rebitadas ou parafusadas.
Quando for necessária montagem próximo a linhas elétricas energizadas , deve-se proceder o desligamento da rede, aterramento da estrutura e dos equipamentos que estiverem sendo utilizados.
5 VERIFICAÇÃO / INSPEÇÕES NOS EQUIPAMENTOS ( CINTOS E CINTURÕES )
Examine todos os equipamentos em relação ao desgaste deformação, mofo, umidade , etc...;
Procure cortes , rasgos e abrasões;
Verifique se há avarias decorrentes de incêndio, ácidos ou outros agentes corrosivos;
Verifique se as superfícies utilizadas para sustentação / fixação da corda do cinto apresentam desgaste ou arestas cortantes, o que poderá comprometer a integridade da corda.
Verifique se os ganchos de engate fecham e travam firmemente;
verifique se as fivelas do cinto estão em perfeitas condições;
Examine as cordas em relação ao desgaste, fibras partidas, pontos desfeitos e descoloração;
Certifique se de que as ancoragens e o cinto não estão frouxos nem danificados;
Siga as instruções do fabricante do equipamento durante as inspeções regulares, verificando qualquer irregularidade que o torne impróprio para o uso;
Lembre-se: Se o cinto / cinturão apresentar algum componente danificado ou defeituoso,
retire-o imediatamente de serviço e faça o descarte do mesmo.
6 RESGATE DA VÍTIMA APÓS UMA QUEDA
Existem alguns procedimentos a serem feitos durante um resgate:
Lembre-se de que pode ser necessário proteger a vítima e as pessoas envolvidas contra uma outra queda;
Comunique-se com a vítima e observe constantemente seu comportamento;
Chame o serviço de resgate se necessário;
Cheque até a vítima com os equipamentos de resgate, se isso puder ser feito com segurança;
Retire a vítima do local de risco cuidadosamente, de forma a não agravar os ferimentos sofridos;
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Trabalho em Altura
Trabalho em altura
Trabalhar em altura é definido como trabalhar em um lugar a partir do qual a pessoa pode se machucar ao cair dele, independentemente se for acima ou abaixo do nível do solo.
Na KAEFER executamos trabalho em altura continuamente, por isso é importante garantir que todas as precauções e avaliações foram tomadas antes do inicio de execução das atividades.
Antes de começar a trabalhar em altura, é importante que:
•Pergunte-se - A tarefa requer ser executada em altura?
Caso a resposta seja sim, teremos que:
•Planejar e organizar o trabalho adequadamente
•Levar em consideração as condições prevalecentes, tal como um clima ruim
•Proporcionar um local de trabalho seguro, o que inclui tomar precauções adicionais, onde, por exemplo, houver superfícies frágeis com as quais teremos que lidar.
•Garantir que os funcionários sejam treinados adequadamente e sejam competentes para executar o trabalho em segurança
•Avaliar os riscos de se trabalhar em altura, selecionando e usando equipamentos de trabalho apropriados
•Eliminar qualquer risco de ferimentos como resultado de objetos que caem
•Inspecionar e manter adequadamente os equipamentos para o trabalho em altura
Novamente Max e seu amigo apoiarão você em divulgar a mensagem de trabalhar seguramente em altura, mas precisamos que você e todos na KAEFER trabalhem de maneira segura e saudável a todo tempo.
http://www.kaeferisobrasil.com.br/Trabalho_em_altura.html
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